Bem gente como o prometido, o inicio da minha historia, ai!!!
O sangue jorrava, o sorriso de loucura era visto pelos poucos corpos que estavam ali deitado no chão. O sorriso parou e a voz fantasmagorica dele foi ouvida pelo unico corpo completamente vivo naquele lugar.
- Parece que você não conseguiu o que queria, num é kyryzinho! Hahahaha.
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-Kyry! Kyry, querido!
-Mamae eu estou indo, irei ver se o papai esta voutando.
-Kury meu filho, num vouta tarde, em.
Kury era um garoto de 10 anos, vivia em uma grande vila portuaria chamada Maresia. O povo dessa vila vivia da pesca e do comercio. Era uma vila muito visitada por marinheiros e piratas, por isso os bares vivem cheios. Lá tambem era uma cidade de alistamesntos, muitos chagavam lá querendo se juntar ou a uma tripulação de piratas ou em uma tripulação da marinha, com seus sonhos de conseguir um futuro melhor para sua familia. O pai de kury foi um desses homens, em uma visita de piratas ele entrou para a tripulação. Kyry tinha 7 anos de idade e se lembra muito bem das palavras de seus pai, "Me espere meu filho, voutarei e espero te ver naquela pedra, me esperando chegar.", desde então Kyry todos os dias esperava seu pai na pedra que ele indicou, na esperança de ve-lo chegando de navio acenando com os braços para cima e grintando o seu nome. A pedra que seu pai citou, era conhecida como a pedra da fronteira. Tinha esse nome porque fazia fronteira com uma caverna conhecida como proibida, não se sabe o certo porque, apenas que não se podia entrar, as pessoas que entram ali saiem malucas. Desconhecendo os motivos os moradores se afastaram dali, e proibiram qualquer um de entar.
Kyry seguia o seu caminho e como era de costume ele saia e passava na casa de Saúlo, seu vizinho e grande amigo. Todos os dias eles saiam e ficavam na pedra pescando e brincando até o fim do dia, só saiam para almoçar. Porem a sua rotina foi quebrada naquele dia quando apostava corrida com Saúlo, Kyry, esbarrou em um grupo de forasteiros, desabando ao chão.
- Cuidado por onde anda garotinho! Aqui está sua vara.
O forasteiro tinha aparentemente 1,50m, olhos pretos e cabelos escuros, sua condição fisica era muito fevoravel parecendo um lutador. Kyry olhou para ele assustado, agradeceu ao homem pelas suas coisas e foi correndo para a pedra. O homem estava junto de mais cinco homens todos armados com espadas, porem, as espadas não possuiam uma marca, o que significavam que eles não eram piratas.
Era a epoca chamada de depresão na cidade, era chamado assim por que era a epoca que nenhum navio parava no porto, nem pirata, nem da marinha. A cidade ficava morta tendo apenas os seus habitantes vai-vem das ruas. Na hora do almoço Kyry e Saúlo foram para casa, suas maes estavam mesperando para poder por o almoço na mesa.
- Mae cheguei!
- To aqui na cozinha, pode vim que eu ponho a comida na mesa. Pegou algum peixe hoje?
- Peguei, mais está na epoca de recolimento dos peixes, por isso só peguei um.
Sem mais nem menos um grito foi ouvido pelas ruas, era um anulcio. Não um anulcio bem daqueles que anulciavam a chegada de navios, mais um anulcio ruim de um assalto , um assalto à vila.
O prato caiu da mao de sua mae, ela começou a tremer, mais agiu rapido.
- Kyry, vai logo, se esconda lá na pedra. Saia pela porta de traz e fuja para a pedra!
- Mas mamae e a senhora?
- E vou logo atraz, eu apenas vou pegar algumas coisas e já te encontro. Agora vai logo, vai.
Kyry foi empurrado pela mae até a porta e foi empurrado até a varanda. Mais uma voz foi ouvida, uma vou sarcastica, recoberta com a maldade.
- Mais que feio! Quer dizer que os dois estão tentando fugir!
- Na…não eu só tava deixando u meu filho ir para a casa da minha mae.
- Sei, será que ele conseguirar ir sem as pernas?
O homem pulou do tenhado que estava e foi em direção ao garoto com a espada na mão.
- Não!!- Gritou a mae entrando na frente de kyry e levando o corte em seu lugar.- Corra, anda kyry, corra logo!
- Mamae!- kyry correu sem olhar para traz, correu o maximo que pode, para o lugar mais seguro que conhecia: a caverna.
Leia!
Há 15 anos

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